15 de set de 2016



Os Resíduos de Equipamentos Elétricos Eletrônicos (REEE) também chamados popularmente no Brasil de “lixo eletrônico”,  “lixo tecnológico” ou e-lixo e que no exterior são chamados de WEEE (Waste Electrical and Electronic Equipment), ou e-Waste.

Esses materiais oriundos de diversos tipos de aparelhos e equipamentos eletroeletrônicos contem muitos componentes considerados tóxicos e não biodegradáveis, que quando não são descartados corretamente acabam oferecendo risco às pessoas e ao meio ambiente como um todo.

Existem diversas classificações para os REEE a mais comum é a que engloba todos os componentes e equipamentos que precisam de energia para seu funcionamento ou que geram/armazenam energia, esses materiais ao termino de sua vida útil precisam ser destinados de maneira diferente do popular lixo comum, precisam passar por um tratamento especializado evitando danos aos seres humanos e ao meio ambiente.
Diversas empresas e organizações surgiram com o intuito de dar a correta destinação para esses materiais, atendendo assim a Política Nacional de Resíduos Sólidos que obriga fabricantes, comerciantes e inclusive usuários a dar uma destinação correta para esse tipo de material.

O rápido avanço da tecnologia, a diminuição do custo de aquisição, a obsolescência programada entre outros fatores levam anualmente à substituição de milhões de aparelhos, resultando em um crescimento deste problema em todo o mundo.

Diferente do que se divulga nem todo REEE pode ser reciclado e muitos componentes precisam passar por tratamentos específicos para evitar danos ao meio ambiente, atualmente no Brasil muito se fala sobre a reciclagem das “sucatas eletrônicas” pessoas, lojas e industrias tem cada vez mais se interessado pelo assunto, seja para atender a legislação, seja para assumir uma postura mais consciente ou para gerar renda.

Neste contexto a logística reversa de REEE é a única alternativa viável, devido ao custo de todo o processo, que inclui o tratamento de diversos materiais que não poderão ser reciclados, a tendência é que haja a cobrança pela coleta e retirada do lixo eletrônico, realidade que ainda não é comum uma vez que sucateiros e ferros velhos que não fazem o tratamento de todo o material e retiram apenas o que tem valor e seguem descartando o restante em terrenos e vias ainda são encontrados trabalhando livremente pelos grandes centros.

Serão necessários ainda alguns anos para que nossa sociedade venha a adquirir uma forma mais consciente de descartar os seus resíduos como um todo, entretanto estamos melhorando a cada dia.

Para saber mais acesse na integra a Lei 12.305, de agosto de 2010.

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